União Europeia

Sabia que ... com o apoio Lisboa 2020

 

Águas de Moura vai ter Baixa Comercial requalificada

A candidatura para "Requalificação da baixa e zona comercial de Águas de Moura e ligação à EN5", em fase final de execução, foi aprovada pelo POR Lisboa 2020, com um montante global de 112.000 euros do FEDER e uma taxa de cofinanciamento de 50%.

 
Tendo como finalidade a criação de corredores acessíveis e a eliminação de barreiras arquitetónicas na Rua Fundação Gulbenkian, bem como uma ação promocional que estimule o comércio local existente em Águas de Moura, nomeadamente, na Avenida da Liberdade (também designada de Estrada Regional 5), esta intervenção pretende requalificar os percursos pedonais existentes, com a eliminação de barreiras arquitetónicas que permitam a inclusão social de mais cidadãos, em particular, daqueles que têm mobilidade reduzida. Pretende, ainda, melhorar as condições de circulação, segurança e conforto do eixo viário a intervencionar; melhorar as condições de drenagem e a qualidade do espaço público e dinamizar e valorizar toda a baixa e zona comercial de Águas de Moura, através de uma estratégia de animação do espaço público.

 
Esta operação faz parte do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano do Concelho de Palmela (PEDU), nomeadamente do PAICD - Plano de Ação Integrado para as Comunidades Desfavorecidas (Prioridade de Investimento: 9.8 - A concessão de apoio à regeneração física, económica e social das comunidades desfavorecidas em zonas urbanas e rurais).

Fonte: Câmara Municipal de Palmela | POR Lisboa 2020

 

Montijo tem Laboratório de Aprendizagem com o apoio do Lisboa 2020

A Câmara Municipal do Montijo inaugurou a 12 de abril, no Centro Cívico do Esteval, um novo projeto na área da educação: o Laboratório de Aprendizagem do Montijo.

O Laboratório de Aprendizagem do Montijo é um modelo holístico e inovador da sala de aula, que será dinamizado pelos docentes das escolas do município. Com recurso a meios tecnológicos inovadores e de qualidade, o Laboratório de Aprendizagem oferece um ambiente educativo pedagogicamente aliciante, permitindo estabelecer a ponte entre o quotidiano dos alunos e as práticas educativas, com o objetivo de mobilizar conhecimentos e promover o desenvolvimento de competências essenciais à vida profissional e pessoal dos jovens.

O espaço está organizado em cinco zonas, de acordo com o modelo da Future Classroom Lab da European Schoolnet, situada em Bruxelas: Zona Apresentar (zona de apresentação do problema inicial bem como do resultado obtido após o trabalho sobre o mesmo), Zona Investigar (zona onde será feita a investigação necessária para a resolução do problema proposto), Zona Criar (zona onde será possível criar uma apresentação dos resultados obtidos, nomeadamente recorrendo à edição de vídeo e a diverso equipamento multimédia), Zona Interagir (zona onde poderá ser feita investigação e criação do produto final a apresentar; poderão ainda ser feitos inquéritos de resposta automática, quer para a modalidade de brainstorming quer para responder a perguntas de opinião ou a pequenos inquéritos de avaliação da atividade) e Zona Desenvolver (zona onde os alunos podem fazer pesquisas e reuniões de grupo para discussão de estratégias de abordagem ao problema ou de comunicação dos resultados).

O Laboratório de Aprendizagem está disponível para as escolas dos vários níveis de ensino do município, mediante marcação prévia, para dinamização de aulas e outras iniciativas com os alunos.

A câmara utilizará, ainda, o espaço para promover semanas temáticas, podendo o mesmo ser igualmente aberto para dinamização de atividades com as famílias e a comunidade, em articular comas Associações de Pais e Encarregados de Educação

O Laboratório de Aprendizagem do Montijo é uma das sete atividades integradas no Projeto CRIA - Centro de Recursos para a Infância e Adolescência, que a Câmara Municipal do Montijo candidatou com sucesso ao Programa Lisboa 2020, na tipologia de operação – Planos Inovadores de Combate ao Insucesso Escola, recebendo um apoio de 222.871€ do Fundo Social Europeu.

O projeto CRIA está estruturado em sete atividades que convergem com o Programa Nacional de Promoção do Sucesso Educativo e pretendem minimizar as assimetrias territoriais, socioeconómicas e culturais do Município, assim como promover a igualdade de oportunidades aos alunos, através de ações de diagnóstico precoce e apoio multidisciplinar e de promoção do conhecimento científico, tecnológico e empreendedor, envolvendo as famílias na escola e contribuindo para práticas colaborativas e pedagogias diferenciadas e inovadoras.

Fonte: Câmara Municipal do Montijo | POR Lisboa 2020

 

IPO Lisboa inaugura nova câmara-gama com tomografia computorizada integrada

O Instituto Português de Oncologia de Lisboa Francisco Gentil (IPO Lisboa) inaugurou no dia 20 de março de 2018 a nova câmara-gama com tomografia computorizada integrada.

O equipamento foi recentemente instalado no Serviço de Medicina Nuclear e é um dos muitos investimentos em curso cofinanciados pelo Programa Lisboa 2020.

Com um investimento superior a 800 mil euros, este equipamento faz parte da nova geração de câmaras-gama, equipamentos híbridos que possibilitam a junção numa mesma imagem das características funcionais dos estudos de Medicina Nuclear com a morfologia dos estudos de TC, o que contribui para melhorar a acuidade do diagnóstico, melhorar a capacidade de resposta do Serviço de Medicina Nuclear, quer do ponto da rapidez quer do ponto de vista da qualidade dos estudos realizados.

A Medicina Nuclear do IPO Lisboa é um serviço altamente diferenciado e fundamental para as áreas do diagnóstico e terapêutica com radiofármacos: realiza todos os anos cerca de 9.000 exames e terapêuticas - entre os quais se incluem cintigrafias ósseas, linfocintigrafias, tomografias de positrões e terapêuticas com 131I e 131I-MIBG - todos fundamentais para o diagnóstico e estadiamento ou para o tratamento de vários tipos de cancro, pode ler-se na nota emitida.

O Serviço de Medicina Nuclear dá resposta às necessidades dos doentes do IPO e também presta serviços a entidades externas, nomeadamente ao Centro Hospitalar de Lisboa Norte, Centro Hospitalar de Lisboa Central, Unidade Local de Saúde do Litoral Alentejano e Hospital Central do Funchal.

O IPO Lisboa tem também em curso um investimento de mais nove milhões de euros nas áreas radioterapia (aquisição do sétimo acelerador linear), radiologia (instalação recente de mais um equipamento de TC), modernização tecnológica de vários laboratórios, do bloco operatório, da Unidade de Transplante de Medula e das unidades de endoscopia (gastrenterologia, pneumologia e otorrinolaringologia), que é cofinanciado em 50% pelo Programa Operacional Regional de Lisboa - Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

Fonte: IPO de Lisboa e Lisboa 2020

 

Lisboa 2020 promove a inclusão social | Programa CLDS 3G Loures - Rede em Movimento

A Junta de Freguesia de Loures assinou um protocolo no âmbito do Programa "Contratos Locais de Desenvolvimento Social (CLDS) 3G - Rede em Movimento".

Financiado pelo Fundo Social Europeu num montante de 208.855,44€, através de Programa Lisboa 2020, o Programa 3G - Rede em Movimento, que tem como entidade coordenadora a IPSS - Associação Luís Pereira Mota, tem como finalidade promover a inclusão social dos cidadãos, através de ações a executar em parceria com as entidades executoras, designadamente, a Casa do Gaiato de Lisboa, O Saltarico, o IPTRANS Instituto Profissional de Transportes e a Junta de Freguesia de loures.

O projeto CLDS 3G – Rede em Movimento propõe-se dar resposta às necessidades identificadas pela rede social em Loures, às preocupações apresentadas pelos técnicos que trabalham no terreno, assim como corresponder às ações obrigatórias contempladas na portaria que o regulamenta (Portaria nº 179 – B/2015 de 17 de Junho).

O projeto CLDS 3G – Rede em Movimento tem como Objetivos Gerais:

Emprego, Formação e Qualificação:

Capacitação das Famílias:

Apoio à Auto-Organização da População:

Acompanhe aqui os projetos desenvolvidos pelo projeto CLDS 3G – Rede em Movimento

 

Serra do Louro ganha novas estruturas de interpretação e contemplação da paisagem e do património

O Município de Palmela concluiu a instalação de oito estruturas de interpretação e contemplação da paisagem e do património, ao longo da Serra do Louro, no Parque Natural da Arrábida, entre a Alameda 25 de Abril e os Sepulcros Neolíticos de Quinta do Anjo.

Trata-se de oito estruturas de madeira, desenhadas a partir da decomposição de um cubo, que pretendem incorporar o espírito de cada lugar e contribuir para o usufruto do património riquíssimo ao dispor da/o visitante.

Estas estruturas resultaram de uma empreitada no valor de cerca de 50.000 euros, que foram objeto de candidatura a cofinanciamento no âmbito do Lisboa 2020, inserida na operação “PRARRÁBIDA” – Espaços de Lazer e Bem-estar”, estão instaladas ao longo de um dos mais visitados percursos do concelho, em locais como o Castro de Chibanes, a Alcaria do Alto da Queimada, o Cabeço das Vacas, as Grutas Artificiais da Quinta do Anjo e o Espaço Fortuna. Constituem-se como novos "marcos geodésicos" em locais estratégicos, em complemento da linha de moinhos existente, e convidam à reflexão, ao conhecimento, à descoberta e à valorização de cada recanto da Serra do Louro, numa autêntica viagem sensorial, poética e pedagógica.

Os "Ókubos" sublinham os pontos de fuga, o património arqueológico, a interpretação e a evocação dos lugares, proporcionando uma experiência única e contribuindo para a valorização da Arrábida, candidata a Reserva da Biosfera da UNESCO, como um lugar patrimonial ímpar. Este projeto visa, ainda, contribuir para o sentimento de pertença e autoestima da comunidade e, consequentemente, para o florescimento de atividades económicas e turísticas ligadas ao meio ambiente e fixação da população jovem.

Fonte: Câmara Municipal de Palmela  Lisboa 2020

 

Saramago e o "Memorial do Convento" inspiram rota cultural por Lisboa, Loures e Mafra

O romance "Memorial do Convento", de José Saramago, publicado em 1982, inspira uma rota cultural a estabelecer por Lisboa, Loures e Mafra, "resgatando importantes elementos do património religioso, estético e turístico", anunciou a organização.

"Pela primeira vez em Portugal, um livro dá origem a uma rota cultural, abarcando três municípios", afirma a organização, em comunicado enviado à agência Lusa, referindo que este itinerário literário envolve as personagens do romance, nomeadamente os protagonistas, Blimunda e Baltasar, "o sonho utópico de voar de Bartolomeu de Gusmão e a devoção à música de Domenico Scarlatti, fazendo o passado histórico ganhar vida no presente".

A Rota Memorial do Convento segue a narrativa de Saramago, que se torna um "ponto literário aglutinador de momentos e monumentos históricos e paisagísticos do século XVIII, entre Lisboa e Mafra, passando por Loures", unindo "pontos de interesse patrimonial situados em Sacavém, Santo António dos Cavaleiros, Unhos, Santo Antão do Tojal, Fanhões, Malveira, Mafra e Cheleiros".

O percurso assinala a organização, cruza a rota da pedra e a dos materiais estéticos e religiosos de Lisboa para o Convento de Mafra, assinalando outros pontos históricos dos três concelhos, como o miradouro sobre o rio Trancão, o Palácio dos Arcebispos, em Santo Antão do Tojal, a igreja de Alcainça e o seu portal gótico, ou o passado histórico de Cheleiros, cuja produção vinícola foi famosa até ao século XIX.

A criação da rota celebra os 35 anos da publicação do "Memorial do Convento", um "romance que revolucionou a literatura portuguesa" na época (1982), e homenageia José Saramago, único escritor de Língua Portuguesa distinguido com o Prémio Nobel da Literatura (1998).

A Rota do Memorial do Convento é apresentada como "um projeto intermunicipal", envolvendo Lisboa, Loures e Mafra, em que um dos parceiros estratégicos é a Fundação José Saramago.

O projeto aprovado pelo Programa Operacional Lisboa 2020, apresenta um investimento de 392.397,20 euros, cofinanciamento pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), no valor de 196.198,60 euros.

A Rota segue através de bens imóveis classificados, da Praça do Comércio à Casa dos Bicos/Fundação José Saramago, em Lisboa, passa pelo Palácio dos Arcebispos, em Santo Antão do Tojal, no concelho de Loures, e pelo Palácio e Convento de Mafra.

O percurso previsto é o seguinte: em Lisboa, praça da Figueira e praça do Comércio, Casa dos Bicos, na rua dos Bacalhoeiros. Em Loures, passa pela Biblioteca Municipal Ary dos Santos, onde está instalado um ponto de informação sobre a rota, pelo Miradouro sobre o Rio Trancão, em Sacavém, a Igreja de Unhos, o Centro de Acolhimento da Rota Memorial do Convento, no Museu Municipal de Loures, a Quinta do Conventinho, em Santo António dos Cavaleiros, o Centro de Acolhimento Turístico e Interpretativo da Rota Memorial do Convento, na Biblioteca Municipal José Saramago, na cidade de Loures, a praça Monumental, em Santo Antão do Tojal, e os largos do Coreto, em Fanhões, da Feira, na Malveira, e a Igreja de São Miguel, em Alcainça. Em Mafra, a rota abarca a capela do Espírito Santo, Palácio Nacional, Miradouro de Vila da Velha, antigas Casas da Câmara e Pelourinho de Mafra e, finalmente, em Cheleiros, o largo da Igreja Matriz.

O estabelecimento da Rota prevê, com a coordenação do escritor Miguel Real, a produção de conteúdos de interpretação em suporte digital, multimédia ('website' e aplicativo móvel, 'APP') e, em papel, ações de 'marketing' turístico-cultural, realização de eventos de caráter internacional e diversas iniciativas de divulgação e promoção de índole técnico-científica.

Está previsto a colocação de sinalética explicativa nos pontos de interesse nos três concelhos, bem como o desenvolvimento de "cinco ações, dirigidas a diferentes tipos de público", para a divulgação da Rota, designadamente no Congresso Internacional sobre a Obra de Saramago e no Festival Internacional de Música Barroca.

O itinerário pode começar ou terminar na Casa dos Bicos, sede da Fundação José Saramago, em frente à qual foi plantada a oliveira trazida de Azinhaga do Ribatejo, terra natal do escritor, cujas raízes acolhem as suas cinzas.

A apresentação oficial da Rota do Memorial do Convento terá lugar na 2ª feira, dia 11 de Dezembro, na sede da Fundação José Saramago.

A apresentação conta com a presença de Pilar del Rio, Presidente da Fundação José Saramago, do comissário do projeto, Miguel Real e dos vereadores da cultura das câmaras municipais de Lisboa, Loures e Mafra.

Fonte: Lusa / Lisboa 2020

 

Centro Hospitalar de Setúbal investe cerca de 1,2 milhões em tecnologia avançada com o apoio do Lisboa 2020

Áreas de cardiologia, oftalmologia, nefrologia e gastroenterologia são prioridades.

O Centro Hospital de Setúbal, E.P.E. investe, ao abrigo de uma candidatura ao Programa Lisboa 2020, 1,2 milhões de euros em equipamento de saúde com vista à melhoria da acessibilidade dos doentes e dos níveis de eficácia, eficiência e qualidade dos serviços prestados.

Este investimento tem apoio financeiro do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), no valor de 620.157,39 euros.

Esta operação visa a modernização tecnológica dos equipamentos de diagnóstico e terapêutica altamente especializada, predominantemente, nas áreas de cardiologia, bloco operatório e urgência.

Destaca-se o investimento a realizar na área dos meios complementares de disgnóstico e terapêutica com o intuito de melhorar a acessibilidade, reduzir os tempos de espera, aumentar a eficiência dos serviços e apostar sustentadamente na internacionalização de exames. Esta atualização será direcionada sobretudo para as especialidades de oftalmologia, nefrologia e gastroenterologia.

 

Lisboa 2020 aprovou a requalificação do antigo quartel da GNR de Palmela

Antigo posto da GNR de Palmela vai ser transformado em Arquivo Municipal.

A intervenção da Câmara municipal de palmela aprovada pelo Programa Lisboa 2020 incide sobre o antigo edifício da GNR de Palmela, atualmente sem qualquer utilização, e visa a sua recuperação, devido ao elevado valor arquitetónico que o mesmo tem no Centro Histórico de Palmela, contribuindo, assim, para a valorização do património histórico e cultural da vila, em linha com as diversas ações desenvolvidas pelo município de Palmela nos últimos anos.

A requalificação do antigo quartel da GNR vai permitir a salvaguarda e o estudo das Reservas Arqueológicas Municipais, de modo a promover as valências de laboratório e um espaço de estudo de acervos e o desenvolvimento de outras iniciativas vocacionadas para a animação, o empreendedorismo e o reforço da identidade local.

Para dinamizar o espaço serão fomentadas a criação e a consolidação de parcerias e protocolos com entidades públicas e privadas e de investigação e desenvolvimento, tornando este espaço um lugar de excelência em matéria de conhecimento e de dinamização local, aberto ao público em geral, a investigadores, estudantes e demais interessados.

Recorde-se que a operação “R6. Requalificação do antigo edifício da GNR (Reservas Arqueológicas Municipais)” representa um investimento de 219.987,50 €, cofinanciado em 50% pelo FEDER, e está inscrita no Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano – Plano de Ação para a Regeneração Urbana (PEDU-PARU), tendo sido candidatada ao Programa Operacional Regional Lisboa 2020 (PORLisboa2020), no quadro do Eixo 8 – Desenvolvimento Urbano sustentável, através da Prioridade de Investimento 6.5. Adoção de medidas destinadas a melhorar o ambiente urbano.

 

Convento de Jesus: obras de requalificação prosseguem

Prosseguem os trabalhos de requalificação que visam disponibilizar mais espaço de usufruto público. Da responsabilidade da Câmara Municipal de Setúbal a obra representa um investimento superior a 1,5 milhões de euros. 

A intervenção, com conclusão prevista para o final de 2018, centra ações em dois volumes de trabalho distintos. Um é dedicado ao Convento de Jesus, com beneficiações nas alas Este e Norte e nos Claustros, enquanto o outro diz respeito à Igreja de Jesus e ao Coro Alto. 

A operação "Reabilitação do Convento de Jesus - Ala Este e Ala Norte, Claustros, Igreja e Coro Alto", orçada 1.503.768,70 euros, é financiada por fundos europeus em 50% do montante resultante de uma candidatura da autarquia de Setúbal ao Lisboa 2020 - Programa Operacional Regional de Lisboa, no âmbito do Portugal 2020. 

A intervenção, que obriga a encerrar temporariamente o monumento ao público, abrange a preservação do património classificado e a conservação e o restauro do património integrado e de elementos arquitetónicos que caracterizam o Museu de Setúbal - Convento de Jesus, concretamente as alas Este e Norte e os Claustros.

As obras nestes locais consistem na execução das diferentes especialidades que integram o procedimento, nomeadamente arquitetura, estrutura, instalações mecânicas e redes de drenagem de águas pluviais e residuais e de abastecimento de água.

A empreitada adjudicada inclui ainda instalações elétricas, de telecomunicações, de segurança contra incêndios e de alarme contra intrusão e redes de vigilância por circuito fechado de televisão e de gestão técnica centralizada, conservação e restauro e arqueologia.

Nesta nova fase do programa de beneficiação do monumento nacional, a Câmara Municipal de Setúbal pretende ainda reconstruir áreas que se encontram bastante degradadas, concretamente a cobertura da cabeceira da Igreja de Jesus, bem como a cobertura do corpo principal do templo e da sala do Coro Alto.

As intervenções visam ainda a reconstrução desta sala, que inclui reedificação do pavimento, reforço estrutural de alguns elementos do espaço, preservação dos tirantes existentes e aplicação de novos e, ainda, conservação e restauro de todo o património integrado e arquitetónico.

Está igualmente prevista a reconstrução integral da torre sineira, devido a razões de segurança, o que obrigou, recentemente, a aplicar um escoramento integral em todo o seu desenvolvimento interior.

O Convento de Jesus, após mais de duas décadas de encerramento por razões de segurança, reabriu parcialmente em junho de 2015, nomeadamente com núcleos expositivos, após obras impulsionadas pela Câmara Municipal de Setúbal, que visaram travar a degradação do imóvel do século XV. Esta reabilitação parcial do edifício representou para o município, num investimento da ordem dos 3,6 milhões de euros que contou com comparticipação de fundos europeus com uma taxa de 65 por cento no âmbito de uma candidatura aprovada pelo Programa Operacional Regional de Lisboa 2007-2014.

Fonte: Câmara Municipal de Setúbal

 

Candidatura «Janela da Arrábida Palmela» aprovada visa criar um centro de interpretação para visitantes e turistas

O Programa Lisboa 2020 aprovou a candidatura “PRARRÁBIDA - Janela da Arrábida Palmela” do Município de Palmela

Inserida na estratégia de valorização e de diversificação da oferta turística do Município de Palmela, esta intervenção, com o valor de 620 mil euros, cofinanciados em 50% pelo FEDER, visa criar um centro de interpretação para visitantes e turistas, no Espaço Fortuna – Artes e Ofícios, em Quinta do Anjo, com ofertas múltiplas de visitação, observação, descanso, lazer e fruição em torno do Património Arrábida, permitindo a sua conservação e valorização. O projeto contempla a reabilitação do edificado, a requalificação dos jardins e a musealização do espaço, a criação de espaços de observação e interpretação e percursos e espaços de visitação, ordenados e sinalizados, a partir de Palmela e, em articulação com as Janelas da Arrábida de Setúbal, Sesimbra e Alambre.

O projeto contempla, ainda, a reabilitação do edificado, a requalificação dos jardins e a musealização do espaço, a criação de espaços de observação e interpretação e percursos e espaços de visitação, ordenados e sinalizados, a partir de Palmela.

A operação “PRARRÁBIDA - Janela da Arrábida Palmela” resulta de uma candidatura aprovada pelo Programa Lisboa 2020 inscrita no Pacto para o desenvolvimento e Coesão Territorial da Área Metropolitana de Lisboa (PDCT-AML), que engloba um conjunto diversificado de ações e vários parceiros, nomeadamente, os municípios de Sesimbra e Setúbal, a ADREPES - Associação de Desenvolvimento Regional da Península de Setúbal, a Associação de Municípios da Região de Setúbal, a Entidade Regional de Turismo da Região de Lisboa e o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

 

Centro Hospital Barreiro Montijo inova com o Programa Lisboa 2020

O CHBM dispõe de novos equipamentos nos Serviços de Cardiologia, Anestesiologia, Gastrenterologia e Anatomia Patológica, adquiridos ao abrigo da candidatura ao Programa Lisboa 2020.

Com o apoio do Lisboa 2020 foi possível adquirir novos equipamentos e substituir outros já existentes, com o objetivo de melhorar a qualidade dos cuidados prestados aos utentes, bem como as condições de trabalho dos profissionais de saúde.

Inovar para melhor cuidar” é o lema que vai acompanhar este projeto no CHBM, que aposta na modernização tecnológica de diagnóstico e terapêutica, garantido desta forma inovação e cuidados de saúde de elevada qualidade e diferenciação técnica.

Até ao momento foram adquiridos, e já se encontram a funcionar em pleno, um ecocardiografo; um videoendoscópio e uma mesa de Anestesia; um videoprocessador com processamento de cromoendoscopia virtual e um videocolonoscópio de Gastrenterologia; e um processador de tecidos e um micrótomo para exames de Anatomia Patológica.

Com o novo ecocardiografo foi possível melhorar a qualidade dos exames realizados, com consequente melhoria do diagnóstico e tratamento dos doentes. Além das modalidades básicas, permite a realização de exames mais avançados tais como: análise semiautomática e automática anatómica; análise em 3D transtorácica e transesofágica; ecocardiografia tridimensional 3D em tempo real 4D; ecocardiografia de sobrecarga/stress; ecocardiografia de contraste; entre outros.

No Bloco Operatório a nova mesa de anestesia e o videoendoscópio têm uma maior sofisticação técnica, garantindo mais segurança para os doentes aí intervencionados. São equipamentos com maior diferenciação tecnológica, condição essencial para a condução do ato anestésico com a máxima segurança.

O videoprocessador e o videocolonoscopio de Gastrenterologia adquiridos disponibilizam uma inovação técnica na realização de exames do foro digestivo, com possibilidade de cromoendoscopia integrada, efetuando estes com maior qualidade e acuidade técnica.

No Serviço de Anatomia Patológica, o novo processador de tecidos e o novo micrótomo permitem maior rapidez e qualidade no tratamento das amostras, vital nos casos mais urgentes.

Encontram-se os profissionais do CHBM empenhados em dar execução plena ao presente programa com o objetivo de “Inovar para melhor cuidar”.

 

Municípios da Arrábida apresentaram projetos intermunicipais apoiados pelo Lisboa 2020

Os Municípios de Setúbal, Palmela e Sesimbra apresentaram no dia 29 de junho, pelas 10 horas, na Quinta de Catralvos, Azeitão, projetos comuns a fundos comunitários. Integrados no Pacto de Desenvolvimento e Coesão Territorial da Área Metropolitana de Lisboa, estes projetos representam um investimento global superior a 9 milhões de euros, cofinanciados pelo POR Lisboa 2020 através do FEDER e do FSE em 50%.

 Património natural e cultural, turismo, transportes, acessibilidades, mobilidade suave e inclusão social são as áreas de trabalho exploradas pelos quatro projetos intermunicipais que os Municípios de Palmela, Sesimbra e Setúbal estão a desenvolver através de um gabinete próprio que reúne técnicos dos três municípios, que partilham uma estratégia comum de desenvolvimento para o território da Serra da Arrábida e da Península de Setúbal.

O projeto Prarrábida - Plano de Ação para a conservação, valorização e promoção do património histórico, cultural e natural da Arrábida incide no setor do turismo sustentável. Além dos três municípios parceiros, o plano conta com o envolvimento do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas e da Associação de Municípios da Região de Setúbal. Alinhado com a Estratégia de Desenvolvimento Turístico da Centralidade Arrábida, pretende sustentar a atratividade turística do território com base na salvaguarda e valorização do património, tendo em conta a ecologia do espaço e a melhoria da qualidade de vida.

O Prarrábida conta com um investimento de 1 milhão de euros cofinanciado pelo FEDER.

No setor da mobilidade, foram apresentados o projeto ‘Hub10’, que incide na melhoria da Estrada Nacional 10, com investimentos de 2,4 milhões de euros e o projeto CICLOP 7 – Rede Ciclável da Península de Setúbal, com um valor estimado de 4 milhões de euros que se destina à criação de um circuito de ciclovias, assim como de troços pedonais, de ligação entre os territórios dos três municípios parceiros, com o objetivo de conectar os rios Sado e Tejo. Ambos com cofinanciamento de FEDER.

O PRIA – Percursos em Rede na Inclusão Ativa é o projeto que une os três concelhos com a finalidade de dar resposta “às necessidades registadas em cada um dos territórios para a promoção de uma sociedade mais inclusiva e justa” e, consequentemente, criar oportunidades “nos sistemas públicos, em instituições sociais e nos parceiros locais, através da inovação na forma de planear, organizar e trabalhar, além de uma forma de atuar mais participativa, solidária e integrada”. O investimento é superior a 1,5 milhões cofinanciado pelo Fundo Social Europeu.

A cerimónia de apresentação dos projetos intermunicipais contou com a exibição de um vídeo informativo, com cerca de dez minutos de duração que pode visualizar aqui https://www.youtube.com/watch?v=HYHNAJRD0jg

 

Inauguração da Reabilitação e Restauro da Ermida de Sto. António, localizada na Quinta do Pátio d’ Água, Montijo

A Câmara Municipal do Montijo inaugurou a Reabilitação e Restauro da Ermida de Sto. António, localizada na Quinta do Pátio d’ Água (Montijo), no dia 24 de junho, pelas 16h00.

Para além da bênção da Ermida e das intervenções oficiais, o evento contou com a atuação de um Sexteto de Cordas da Orquestra Metropolitana de Lisboa, no Salão Nobre da Junta de Freguesia da União das Freguesias de Montijo e Afonsoeiro.

A Ermida de Sto. António, cujas origens remontam ao século XVI, foi alvo de uma profunda obra de reabilitação e restauro, num investimento avultado, com financiamento de 189.800,00 euros, contratualizado no âmbito do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano/Programa Operacional de Lisboa 2020.

Foram realizados trabalhos de construção civil no interior e no exterior do imóvel para resolução das patologias que comprometiam o seu estado de conservação e durabilidade. Dos elementos histórico-artísticos que engrandecem o seu interior, foi restaurado o conjunto de vitrais oriundos da Oficina lisboeta de Ricardo Leone e restaurados os silhares de azulejos setecentistas remanescentes do terramoto de 1755, bem como os elementos em talha dourada.

Preparada que foi a base necessária para a colocação de um novo pavimento, foi instalado o pavimento final “Chão Comum”, simultaneamente objeto funcional e obra de arte, da autoria da conceituada artista montijense Fernanda Fragateiro.

Sucedendo à requalificação de meados do séc. XX, então sob projeto do arquiteto Porfírio Pardal Monteiro, a Câmara Municipal do Montijo promove esta intervenção, assumindo plenamente a obrigação de cuidar o património público concelhio, não se limitando a conservá-lo, antes pugnando pelo seu enriquecimento e valorização.

Via Câmara Municipal do Montijo